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VOLKSBUS Natalino Roda Pelas Ruas de Mauá/SP

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A cidade de Mauá, em São Paulo, tem recebido uma visita muito especial. Papai e Mamãe Noel estão a bordo de um Volksbus 17.230 totalmente natalino rodando pelo município e entregando doces para as crianças. Quem trouxe esses convidados que estão agitando a cidade foi a empresa de transporte de passageiros Suzantur, que transformou seu Volksbus/ônibus Volkswagen em uma verdadeira atração.

Esse é o segundo ano que a empresa faz essa ação e tem sido um verdadeiro sucesso entre os moradores. “Não tem jeito, todo mundo para para ver. Todas as viagens do nosso volksbus natalino contam com o Papai e a Mamãe Noel e eles distribuem balas e doces, tiram fotos e divertem as pessoas. Nós queríamos fazer algo para agitar a cidade, então acabamos inventando essa brincadeira.”, conta o diretor da empresa, Claudinei Brogliato.

A alegria contagiante e o clima natalino das personagens têm rendido muitos elogios. No site, uma usuária comentou que “Papai e Mamãe Noel arrasaram, são demais. Entraram no clima de natal, são muito atenciosos, divertidos e carinhosos”.

O itinerário começou dia 8 de dezembro e irá operar até o dia 30, com pausas apenas nos dias 16 (quando será em Santo André) e 25. A programação com as datas do ônibus em cada linha está disponível do site da Suzantur.

Por: Redação Na boleia Fonte: Na Boleia

Os 4 estágios da competência em vendas

Quando você estuda a Alta Performance, descobre que existem quatro estágios de competência:

A incompetência inconsciente, em que a pessoa não sabe que não sabe;

A incompetência consciente, em que a pessoa passa a saber que não sabe;

A competência consciente, em que a pessoa sabe que sabe;

A competência inconsciente, em que a pessoa não sabe que sabe.

Vamos falar rapidamente sobre cada uma dessas etapas, pois elas influenciam de maneira fundamental a Alta Performance e, principalmente, o desenvolvimento e o crescimento pessoal e profissional de cada um.

No primeiro estágio, da incompetência inconsciente, não existe a busca do crescimento e do desenvolvimento, pois a pessoa nem sabe que é incompetente.

Sim, isso existe – acredite se quiser. Todos os dias vemos vendedores vendendo muito abaixo do seu potencial e colocando a culpa em fatores externos, quando, na verdade, boa parcela da responsabilidade é do seu próprio CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes), que precisaria ser desenvolvido.

No segundo estágio, temos um momento bastante desconfortável, que é a incompetência consciente – a pessoa passa a ter noção da sua falta de competência e isso provoca um grande incômodo. Geralmente é aqui que acontecem os maiores saltos de crescimento, de desenvolvimento, de subir o degrau e elevar sua capacidade.

O terceiro estágio, em que a pessoa sabe que sabe, demanda humildade para continuar crescendo. Afinal de contas, todo competente sabe que só chegou ali porque realmente investiu bastante em se desenvolver. O problema do terceiro estágio, então, é a estagnação na aprendizagem.

O quarto estágio, em que a pessoa não sabe que sabe, é um estágio de expertise. As coisas ficam fáceis, a pessoa tem experiência e a maior parte das dificuldades já foi vista e superada. Passa a existir uma rotina repetitiva, mas eficiente. A maior parte da alta performance ocorre aqui. O grande perigo nessa fase é o da acomodação, pois as habilidades que hoje fazem você ser competente, amanhã podem não ser mais úteis (nas palestras, eu sempre conto a história dos samurais para ilustrar esse ponto – ótimos com a espada, mas perdem completamente seu poder quando encontram um revólver). O quarto estágio demanda, então, atenção constante e adaptação.

Alguns autores já defendem, hoje em dia, um quinto estágio, que seria o da maestria, em que um expert do quarto estágio reúne, de maneira organizada, seu conhecimento “inconsciente” (ou seja, volta a torná-lo consciente) para ENSINÁ-LO por meio de um método. Esse, porém, é um assunto para outro artigo. Nesta edição, quero falar sobre os quatro estágios iniciais, principalmente o primeiro e o segundo.

Analisando os estágios da competência

Um dos grandes desafios que temos na VendaMais desde que começamos nossa história é fazer com que as pessoas migrem do estágio 1 para o 2. A imensa maioria dos vendedores, acredite, ainda está no nível 1, de incompetência inconsciente.

Eles/elas não têm noção do mundo incrível que se abre quando você desenvolve seus conhecimentos, habilidades e atitudes em vendas.

Quem está nos níveis 2 e 3? Vendedores que sabem que precisam melhorar, que acreditam no seu potencial e que têm consciência de que conseguem fazer mais, alcançar mais, trazer mais resultados.

Esses, acredite, são uma minoria.

Se você está lendo isto, claramente é um campeão, uma pessoa diferenciada, que busca melhorar, manter-se atualizada, aprender, trocar informações e ex...

Crescimento do Setor de Autopeças é Realidade para 2017

Desde o início de 2014 o Brasil vem enfrentando uma crise econômica acentuada. Até o fim daquele ano não se sabia ao certo como ela se desenrolaria, em 2015 veio a confirmação de um período mais difícil do que muitos pensavam e em 2016 sobrou apenas a esperança de dias melhores. Para o Setor Automotivo, após atingir o fundo do poço, essa esperança vai tomando mais forma com o passar dos meses e começa a virar realidade.

O Setor Automotivo se divide em dois nesse momento. Uma parte, a que envolve maior fluxo, é a que sofre mais: as montadoras, que sofreram com as quedas consecutivas nas vendas. Do outro lado o Setor de Autopeças. Não houve segmento que não tenha sido afetado, mas o de autopeças viveu os dois lados da moeda.

Para quem fornece para as montadoras, momentos delicados e que puxaram todo o Setor para baixo, já para quem trabalha com reposição, os resultados foram até positivos. No ano passado, o setor de peças de reposição, onde o consumidor final faz a compra direta – atacado ou varejo –, faturou 4,7% a mais que em 2014. Já as vendas para as montadoras de veículos caíram. O faturamento foi 25,4% menor em 2015 do que no ano anterior. E em 2016, a estimativa é que os resultados estejam sendo mais equilibrados, com números ainda melhores para o Aftermarket e resultados não tão ruins para o fornecimento primário.

Para 2017, a estimativa é mais otimista. Espera-se um resultado somado positivo. Ou seja, somando fornecimento primário e Aftermarket haverá aumento real no volume de negócios. Enquanto a Anfavea estima um mercado até 9% maior em 2017, o Sindipeças é mais cauteloso e prevê um incremento de 2,7% nas vendas do setor para o próximo ano. Segundo Dan Loschpe, presidente do Sindipeças, a estimativa sofre revisões a cada três meses. “A construção do índice se dá com base nas conversas com os participantes do sindicato, que têm contato direto com as montadoras. Torço para que estejamos errados e que o mercado se recupere de forma mais rápida”, completou o executivo durante congresso em São Paulo.

Loschpe ainda prevê que o crescimento seja comprovado em breve. Ele prevê que até janeiro de 2017 o setor tenha algum mês positivo de vendas em relação a 2015. “Com base nas encomendas feitas pelas montadoras às empresas de autopeças, acreditamos que estamos perto do início de uma recuperação”, afirma.

Por que acreditar que 2017 vai ser melhor?

◾ O corte dos juros, que foram para 14% no início de outubro, foi mais um sinal de que o País começa a se reerguer. A queda foi de apenas 0,25%, mas foi a primeira em quatro anos. Um dos maiores beneficiados serão os financiamentos de veículos;

◾Conquista do posto de segmento com maior participação em locações de galpões para produção e distribuição;

◾Um dos únicos segmentos que conseguiu conter o sangramento com quedas pequenas e até crescimento durante a crise econômica;

◾Retorno dos investimentos estrangeiros.

Novo Inovar-Auto

Ainda segundo o presidente do Sindipeças, Dan Loschpe, apesar do cenário desafiador, já é possível vislumbrar dias melhores. Para ele, a definição de um novo regime para o setor automotivo deve acontecer no primeiro trimestre de 2017. “O Inovar-Auto termina no fim do ano que vem e já há uma série de discussões em andamento para substituir esse programa. Acredito que esse modelo expirou. O que vem pela frente será diferente”, avalia.

Loschpe aproveitou o congresso para revelar alguns pormenores do novo programa. Segundo ele, entidades como Anfavea, Sindipeças e Fenabrave fazem parte da discussão, comandada pelo governo federal. “A espinha dorsal já está desenhada e não será mais ...


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