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Já pensou poder sair sem se preocupar com a Carteira Nacional de Habilitação e o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo? Pois é isso que o Projeto de Lei 8022/14, aprovado pela Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, prevê.
O texto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Uma emenda foi adicionada a favor do porte de outro tipo de documento para identificação do motorista.
Segundo a deputada Keiko Ota e a ex-deputada Sandra Rosado (PSB-SP), as autoridades de trânsito possuem sistemas online que permitem a verificação instantânea da situação do condutor e do veículo, mesmo que o motorista não esteja portando a CNH ou o documento do carro.
Ainda segundo o projeto de lei, em caso de impossibilidade de consulta ao banco de dados, a multa e a pontuação na carteira devem ser canceladas se o condutor apresentar em até 30 dias a CNH e/ou o comprovante de pagamento do licenciamento.
Fonte: Na Boleia
A Volvo comemora 50 mil caixas de câmbio eletrônicas I-Shift feitas no Brasil. A produção local começou em novembro de 2011 no complexo industrial da companhia, em Curitiba (PR). Até então, o componente era importado da fábrica de Köping, na Suécia.
A transmissão eletrônica I-Shift equipa os caminhões pesados FH, FM, FMX e VM e os chassis de ônibus rodoviários. Atualmente, quase todos os caminhões da linha F e todos os ônibus rodoviários pesados produzidos pela empresa na capital paranaense recebem esse câmbio.
O Brasil foi o primeiro a ter uma fábrica de caixas I-Shift fora da Suécia. O projeto para nacionalização durou cerca de dois anos e envolveu engenheiros dos dois países. Segundo a montadora, o projeto implantado no Paraná serviu de modelo para a fabricação da I-Shift nos Estados Unidos.
Ainda de acordo com a Volvo, o sucesso da transmissão vem principalmente da redução no consumo de combustível, de até 5% em relação aos veículos com caixa manual. Outras vantagens estão na maior durabilidade da embreagem e no menor desgaste de pneus.
Fonte: AutomotiveBusiness
Os financiamentos de veículos novos recuaram 41% em janeiro na comparação com mesmo mês do ano passado ao atingir 90,2 mil unidades, entre leves e pesados e sem contar motocicletas. Há um ano, este volume era de 151,9 mil, de acordo com dados divulgados na terça-feira, 16, pela Cetip, empresa que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG), base de informações que reúne cadastros das restrições financeiras de veículos como garantia de crédito.
No caso de usados a queda foi menor, de 18% na mesma base de comparação, passando de 263,8 mil para 216,4 mil unidades, também incluindo leves e pesados.
Por segmento, o de leves registrou baixa de 41,6% no comparativo anual ao encerrar o mês com 85,6 mil unidades financiadas. Sobre dezembro, houve queda de 32,2%. Nos usados, com volume de 207,5 mil, as retrações também foram menores, de 18,1% e 15,7% sobre janeiro e dezembro de 2015, respectivamente. No total, somando novos e usados, as vendas financiadas de automóveis encerrou janeiro com 293,1 mil unidades, volume 26,7% menor do que janeiro do ano passado e 21,3% abaixo de dezembro.
De acordo com a Cetip, a melhor performance dos veículos leves usados com relação aos novos foi impulsionada pelas vendas financiadas dos modelos de 9 a 12 anos de uso. Em janeiro, foram negociadas 28,4 mil dessas unidades, uma queda de 6,4% na comparação com o mesmo período de 2015, mas o menor porcentual de baixa entre as demais faixas etárias. Os financiamentos dos automóveis com até 3 anos de uso caíram 23,2% na comparação anual.
Nos pesados, que considera caminhões e ônibus, também houve queda generalizada em janeiro: com apenas 4,6 mil modelos vendidos a prazo, a retração foi de 13,4% contra igual mês do ano passado e de 41,4% sobre dezembro. O volume de 8,9 mil usados financiados no mês passado representou baixa de 15,2% no comparativo anual e de 22,4% no mensal. Novos e usados chegaram a 13,6 mil unidades, 14,6% a menos do que janeiro de 2015 e 30,1% abaixo do total de dezembro.
Os financiamentos de motocicletas novas diminuíram 26,7% em janeiro quando comparado com idêntico mês de 2015 ao fechar com 52,1 mil unidades. Já as usadas com apenas 7,5 mil unidades ficaram 18,1% abaixo do volume registrado no primeiro mês do ano passado.
O CDC ainda é a modalidade preferida dos consumidores que compraram veículos a prazo, representando 81,3% do total de financiamentos realizados em janeiro deste ano. O consórcio vem ganhando força e encerrou o mês com 15,8% de participação, à frente do leasing, com apenas 1,2%.
Fonte:Automotive Business
