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Algumas reclamações são bem comuns dentro das empresas, muitos gestores costumam dizer que a equipe está apresentando dificuldades de rendimento e há também profissionais que se queixam de trabalhar em uma empresa na qual as tarefas sempre aparecem na última hora e são urgentes.
Toda vez que sou questionado a respeito de produtividade no ambiente de trabalho,ressalto que não podemos criar uma empresa produtiva. O que podemos fazer é tornar as pessoas mais produtivas, juntas elas são capazes de formar uma equipe mais eficiente e, consequentemente, tornar a empresa mais produtiva. Ou seja, precisamos aprender olhar para a base dos acontecimentos diários, só assim será possível ter um nível superior de performance.
Para aqueles que sofrem com essa questão, selecionei cinco estratégias que vão ajudar a tornar as equipes mais produtivas, confira:
1 - Clareza nos objetivos
A primeira grande ação para melhorar a performance da equipe é ter clareza dos objetivos. A pessoa que não sabe por qual caminho seguir se perde, principalmente, na priorização, tudo fica urgente e elas não sabem ao certo por qual caminho seguir. É preciso entender claramente o que deve ser feito, por exemplo, qual é a entrega do dia, mês, semana ou até mesmo semestre. Só é possível definir prioridades quando temos em mente o que deve ser feito.
2 - Tenha indicadores As pessoas gostam de saber que estão melhorando, por isso não basta ter metas. Esse é um dos grandes erros que as empresas cometem, pois elas criam objetivos, comunicam a equipe e depois não dão nenhum tipo de retorno em relação ao trabalho. Quando falamos de metas, estamos nos referindo a pequenos indicadores que vão mostrar se estamos próximos ou distantes do objetivo. Uma dica é usar um Indicador-chave de Performance, conhecido por KPI (Key Performance Indicator), que pode ser criado com base no número de vendas que a empresa realiza, no volume de horas extras ou no progresso de um projeto ao longo da semana, de acordo com a necessidade de cada organização ou equipe. O importante é ter um indicador que faça o time ver o que está acontecendo.
3 - Tenha uma ferramenta de gestão
Busque uma ferramenta que auxilie na gestão das tarefas e que ajude a delegar de forma mais eficiente. Ferramentas como o Neotriad, por exemplo, viabilizam a organização do trabalho, o que permite a discussão de prioridades reais e possibilita o mapeamento de indicadores. Ao visualizar tudo o que está acontecendo ao longo de um período, o gestor consegue ter mais liderança em suas mãos e, consequentemente, a performance da equipe melhora, pois os profissionais aprendem a gerenciar melhor suas atividades.
4 - Crie padrões de comunicação
Tenha padrões, seja para delegar tarefas internamente, para comunicar mudanças no projeto ou sempre que precisar acionar a equipe. Uma sugestão é ter um profissional responsável por delegar as tarefas da equipe, ele receberá as demandas e alocará na rotina do time. Dessa forma, com todas as tarefas em um ponto central, é possível facilitar a comunicação e o processo de gestão.
5 - Tenha uma estratégia para envolver sua equipe
Nesse sentido, é importante termos uma estratégia para ajudar as equipes a aprenderem com os erros e serem parabenizadas pelos acertos. As pessoas gostam de feedback, por isso, no momento que é identificado um erro é preciso conversar com o profissional e corrigi-lo, agora, quando está ele certo, é preciso parabenizar ou recompensar de alguma forma para que ele se sinta parte do processo. Com as dicas em mãos, lembre-se que não melhoramos a performance de uma equipe apenas com mudanças na empresa, só temos condições de fa...
As vendas de combustíveis caíram 5,3% no primeiro semestre, segundo dados publicados nesta segunda, 25, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A retração foi puxada pela queda no consumo de óleo diesel, de 5,1%, na comparação com o mesmo período de 2015.
De acordo com os dados da ANP, as distribuidoras de combustíveis venderam 66,532 bilhões de litros de combustíveis no primeiro semestre de 2016, o menor número para o período desde 2013 (66,019 bilhões de litros).
As vendas de diesel, combustível que sofre mais efeitos da crise econômica, foram de 26,666 bilhões de litros. Foi o menor volume desde 2012, quando o país consumiu 26,403 bilhões de litros do combustível no primeiro semestre.
A queda nas vendas de diesel reflete a desaceleração econômica e a menor necessidade de geração de energia por termelétricas. As importações do produto, que sempre tiveram peso na balança comercial brasileira, caíram 18,8% no primeiro semestre de 2016, atingindo o menor volume desde 2009: 3,389 bilhões de litros.
Houve queda relevante também nas vendas de etanol, que ficaram 15,4% menores no primeiro semestre de 2015, refletindo o aumento de preços do combustível. Por outro lado, as vendas de gasolina registraram leve alta, de 0,8%.
O mercado de querosene de aviação também sentiu a crise e caiu 8,8% nos primeiros seis meses de 2016.
Fonte: O Tempo / Frota & Cia
Segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), mais de três milhões de motoristas foram multados por radares na capital paulista nos três primeiros meses de 2016, o que representa um aumento de 86% em relação ao mesmo período de 2015. Boa parte dos radares está oculta em pontes e viadutos.
Além disso, alguns radares fiscalizam trechos em final de rodovias em que o motorista é obrigado a reduzir drasticamente a velocidade para se adequar à velocidade máxima permitida na capital. O motorista que sai Baixada Santista, por exemplo, em direção a São Paulo, enfrenta uma redução brusca da velocidade no último trecho da Rodovia dos Imigrantes. Nesse trecho, a velocidade cai de 110 km /h para 70 km/h. Os radares instalados no trecho foram os que mais multaram na capital paulista no primeiro trimestre: 71.706 autuações.
A Prefeitura diz que a localização dos radares está disponível em seu site na internet. O número de locais fiscalizados passou de 806 para 926 entre 2015 e 2016. A CET também garante que os radares seguem as normas do Conselho Nacional de Trânsito e que o crescimento das multas é resultado do aumento na fiscalização e do desrespeito dos motoristas às leis de trânsito.
Quando o assunto são as multas, existem grandes discussões em relação à colocação desses equipamentos com o objetivo de alimentar a “indústria de multas”. Para se ter ideia, em maio, a Justiça aceitou ação de improbidade administrativa contra o prefeito Fernando Haddad, imposta pelo Ministério Público, que acredita que todos agiram em conluio para aumentar a arrecadação de São Paulo. Na ação, o MP alegou que eles elevaram consideravelmente o número de radares na cidade e que usaram o dinheiro para fins não previstos em lei.
Segundo o MP, o dinheiro deveria ter sido usado exclusivamente em segurança e educação de trânsito, como prevê o Código Brasileiro de Trânsito (CBT). Só em 2014, foram mais de 10,6 milhões de multas aplicadas aos motoristas, o que destinou quase R$ 900 milhões aos cofres públicos.
Mas, conforme o Ministério Público, o dinheiro teria sido revertido para construção de terminais de ônibus e ciclovias. E 70% foi direcionado para pagar salários, encargos e tributos da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Fonte: Na Boléia